Pois é, o disco Francisco Forró Y Frevo de Chico César desde que entrou aqui em casa pelas mãos de minha esposa, como presente para mim, tem causado abalos culturais. A maestria dos arranjos, a sensibilidade das letras, as parcerias, a voz doce, as sanfonas, os metais, os efeitos mecânicos, os personagens Claudionor Germano, o Rei do Frevo, Zabé da Loca, a Rainha do Pife, Armandinho, o Rei do Pau Elétrico. É uma coisa. Cada vez que escuto acho uma coisa nova, um efeito subliminar, um bendito, uma denúncia, uma dedicatória. Não é só!
Acontece que minha filha de cinco anos também descobriu o sujeito e agora anda vivendo, acho eu, o seu primeiro alumbramento. Cantarolando para lá e para cá o xote Comer na Mão. Foi fuçar meus cds e dvds e encontrou mais coisa e quer ouvir e quer saber quem é e escreveu carta e desenhou o rapaz e quer que eu mande essas coisas para ele e quer saber tudo da vida. Consultei uma amiga psicanalista para um aconselhamento informal e fui esclarecido que é coisa normal. Não se passa um dia em que ela não cita o nome do dito cujo pelo menos três vezes.
Depois disso tudo, preciso conhecer o disco... :-)
ResponderExcluirDepois de tanto elogio, preciso conhecer o disco... :-)
ResponderExcluiressas bonitezas da fidelidade artísticas em começos são comoventes, memoriáveis no antecipado dos futuros. Pois dê corda pra menina, mestre.
ResponderExcluirAgora a saber: ela segue o gosto dela por Chico César ou segue por gosto o gosto do pai? Desconfio que segue os dois.
Paz e bom humor.
Resposta: gosto de Chico César e acho que entre um ouvir e outro fui contaminando a menina. Agora, a coisa está indo por si própria. Acredito que a coisa agravou-se depois de ela ter assistido a uma entrevista do paraibano a Chico Pinheiro, no Sarau da Globonews. A associação entre o cantor e a música, que desencadeou em tentativa de desenhá=lo e tudo. Espero que, neste mundo de funk, ela encontre seu caminho musical! Abraço, Walmir, e finalmente consegui imaginar como responder aos posts!