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sábado, 13 de agosto de 2011



Finalizo a série de paródias


parodiando Marcel Arland:


“Imagino facilmente o cordel como uma Ordem.”






Parodio, também, Jean Paulhan:


”O cordel também é uma linguagem e


(embora nem sempre seja visível)


uma festa para todo mundo,


para a qual todo o mundo é convidado.”



Quero parodiar Wang Chong:


“O cordel deve ser fácil de compreender


e difícil de escrever


e não difícil de compreender


e fácil de escrever.”

quarta-feira, 8 de junho de 2011



O cordel é


minha terra e minha praia,


é meu santo e meu altar,


por ele não mato (sou um frouxo)


nem morro (sou covarde),


mas me arrisco (sou ousado).