Finalizo a série de paródias
parodiando Marcel Arland:
“Imagino facilmente o cordel como uma Ordem.”
Parodio, também, Jean Paulhan:
”O cordel também é uma linguagem e
(embora nem sempre seja visível)
uma festa para todo mundo,
para a qual todo o mundo é convidado.”
Quero parodiar Wang Chong:
“O cordel deve ser fácil de compreender
e difícil de escrever
e não difícil de compreender
e fácil de escrever.”
O cordel é
minha terra e minha praia,
é meu santo e meu altar,
por ele não mato (sou um frouxo)
nem morro (sou covarde),
mas me arrisco (sou ousado).